
Fama, dinheiro, sexo, drogas e poder, parece que tudo isso vem pronto quando você consegue o sucesso e a fama, recebe de bônus esse kit. O que fazer então? Como separar o kit do sucesso? Será uma regra geral? Ou apenas uma exceção? O que mais impressiona é que a violência tem se agravado com a mesma velocidade com que se conquista o sucesso. Onde estará o problema? Na família? nas companhias? No sistema? Por mais que perguntemos ou tentemos decifrar essas perguntas, ficará sempre a desilusão do fracasso e das perdas irreparáveis. É preciso então mergulhar com muita profundidade no problema e tentar resgatar de alguma forma uma solução imediata antes que apareça a próxima vítima e voltemos a lamentar novamente. É preciso um envolvimento de todos os setores da sociedade, seja com a família, com o estado. A mobilização para um debate amplo em todos os segmentos fará uma grande diferença, porque não adianta fechar os olhos e fazer de conta que não é com a gente é a mesma coisa que enfiar a cabeça no buraco e deixar o corpo de fora. Também não adianta empurrar o problema para a classe C ou B ou A, ele esta em todas elas, quer exemplos? Eugênio Chipkevitch (médico pediatra/pedófilo); Roger Abdelmassih (especialista em reprodução humana de fama internacional/estuprador); Suzane Richthonfen (que matou os pais); O caso Nardone (o pai que matou a filha Izabela) e o mais recente do goleiro Bruno. Em comum entre eles só a tragédia, de classes diferentes conquistaram a fama e o dinheiro e praticamente tudo que sonharam, no entanto tiveram sonhos e conquistas interrompidas abruptamente.
Sabemos que de alguma forma todo o processo da conquista acaba refletindo na formação do produto final. Precisamos entender que tudo que agregamos acaba influenciando de forma direta e indireta em nosso caráter.
A Fama não nos colocar acima do bem e do mal, que o dinheiro não compra tudo, que o sexo só com segurança e as drogas nos levas para um caminho sem volta.