O que temos hoje é uma necessidade de assumir de fato uma reconstrução não só de sonhos, mais principalmente material e aplicarmos a velha frase: “... depois da tempestade vem à bonança...”. Uma coisa é fato: todos de ponta a ponta do País estamos imbuídos em ajudar os desabrigados das chuvas que assolaram os estados de Alagoas e Pernambuco.
Em meio a tanta destruição, começa agora uma onda de solidariedade, o que de imediato começa a minimizar a dor e o sofrimento daqueles que simplesmente perderam tudo de uma hora para outra. O carinho, o sorriso o toque ou simplesmente um aceno, começa a fazer diferença para tanta gente. Renovar a fé e a esperança é um trabalho lento, mas necessário. Renová-los será um motivo a mais para a vida continuar e vai continuar...
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