quarta-feira, 25 de março de 2009
A IMBECILIDADE
Não existe outra forma de classificar “pessoas” que tem atitudes de vandalismo principalmente com patrimônio público; os chamados pichadores, o pior é que a nossa legislação é muito branda ( de um modo bem geral) para punir esse tipo de ”delinqüente”, a pena que varia de três meses a um ano, geralmente é substituída por serviços prestados a comunidade, que na realidade ninguém vê , além do mais os projetos (pagos com o dinheiro dos contribuintes como eu e você) propõe criar mecanismos para reintegração desses pichadores, que não adianta nada. Enquanto tratarmos esses delinqüentes como pessoas normais e com carência afetiva e psicológica. Continuaremos a mercê da impunidade (“a justiça é cega”), da ausência de pais que se recusam a assumir o papel de educadores, mas se submetem a serem protetores deles ( imbecís), ainda temos que aturar aqueles que trabalham em escritórios desenvolvendo esses tais projetos “sentados com a boca escancaradas cheia de dentes” não esperando a morte chegar, mais quem sabe o filho (pichador imbecil) e talvez sugerir que ele apague a sua obra (aí cabe a linguagem coloquial propriamente dita). Mais amanhã será outro dia e a vida segue...
quinta-feira, 19 de março de 2009
REDAÇÃO, SIMPLESMENTE A MELHOR!
É muito bom, diria muito legal, na verdade não diria nada a não ser, ler e curtir uma boa REDAÇÃO, ainda mais quando estamos diante de uma bela obra, escrita por uma brasileira, que desbancou mais de 50 mil estudantes de todo mundo, ganhando o concurso mundial de redação (2008). É a “TUPINIQUIM na crista da onda". Então pode sentar ou se preferir, deitar, relaxar e...ler bastante.Lembro ainda que, não concordo com tudo que está escrito, porque sinto muita beleza poética capaz de lembrar movimentos revolucionários, não que seja contra, mas cabe um toque de otimismo, precisamos também olhar para o fim do túnel com esperança de que alcançaremos a luz, por mais distante que pareça.
Clarice Zeitel Vianna Silva ex-aluna de direito na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ. - Ah! Ela também é dançarina do Caldeirão do Huck, bom isso né? Quebrando todos os paradigmas da escrita.
Tema : "Como vencer a pobreza e a desigualdade"
PÁTRIA MADRASTA VIL
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que "dos filhos deste solo és mãe gentil.", mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não "tapa o sol com a peneira". Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Fonte: G1 / Unesco
Clarice Zeitel Vianna Silva ex-aluna de direito na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro – Rio de Janeiro – RJ. - Ah! Ela também é dançarina do Caldeirão do Huck, bom isso né? Quebrando todos os paradigmas da escrita.
Tema : "Como vencer a pobreza e a desigualdade"
PÁTRIA MADRASTA VIL
Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios?? Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL.
Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade. O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada – e friamente sistematizada – de contradições.
Há quem diga que "dos filhos deste solo és mãe gentil.", mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.
A minha mãe não "tapa o sol com a peneira". Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica. E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome. Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir. Ela me daria um verdadeiro PACote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade. Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa. A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!
É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem! A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar. E a educação libertadora entra aí. O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.
Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura. As classes média e alta – tão confortavelmente situadas na pirâmide social – terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?
Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil. Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona? Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo. Sem egoísmo. Cada um por todos...
Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas. Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído? Como gente... Ou como bicho?
Fonte: G1 / Unesco
terça-feira, 17 de março de 2009
O importante é anotar
Pessoal, sempre achei que a sala de aula é o momento mais importante para qualquer aluno, a capacidade de concentração sem perder o foco, é a principal causa do aprendizado quase perfeito.
Quanto mais anotações, melhor será o desempenho do aluno em seus mais variados testes, simulados e provas. A interação entre o aluno e o professor leva a quebra de barreiras do desconhecido e proporciona a descoberta do novo, do não entendido, do imaginário, daquilo que será mais amplo e menos complexo.
Portanto não faça da sua sala de aula um circo, um salão de beleza, um campo de futebol, um lugar de paquera, uma sala fashion week e além de outras coisas. O negocio é concentração e anotações, vocês terão pelo menos cinco dicas importantíssima para melhorar o seu desempenho em sala de aula. Mãos a obra.
Dá uma olhada na materia do UOL escrita por Simone Harnik.2009.
Fazer anotações em aula torna aprendizado mais eficiente; veja dicas
Simone HarnikEm São Paulo
Se você acha que ir à escola e prestar atenção no que o professor diz é suficiente para aprender a matéria, pode estar enganado. A prática de tomar notas vai além de um hábito da turma dos nerds: pode mesmo melhorar o desempenho em testes e facilitar o entendimento do conteúdo.
Segundo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), para haver aprendizagem o fator fundamental é a "interação". "É preciso trocar as impressões da matéria com outras pessoas. Até para que o estudante possa dizer 'você errou'", afirma.
O certo e errado, de acordo com Alavarse, é mais bem definido nas disciplinas de exatas. Como nas humanidades, em geral, pode haver muitas versões para um mesmo fato, o debate e a discussão são boas formas de colocar o conhecimento à prova.Mas para que essa interação seja proveitosa, o especialista da USP afirma que o aluno deve fazer a sua parte. Como? Por exemplo, marcando o que achar interessante para as discussões em suas leituras prévias."Anotando estamos fazendo sínteses, resumos. E os resumos nos orientam. Se uma palavra aparece muito em um texto, é importante anotá-la, pois ela pode ser carregada de sentido". Depois de separar a palavra, o estudante deve buscar material sobre ela em um dicionário ou em livros da disciplina.
Perder menos tempo
A prática de manter um caderno com as anotações pode facilitar na hora da prova. Pegar o livro ou a apostila para rever todo o conteúdo costuma ser mais demorado do que ler o que você anotou durante a aula ou durante as horas de estudo.
Simone HarnikEm São Paulo
Se você acha que ir à escola e prestar atenção no que o professor diz é suficiente para aprender a matéria, pode estar enganado. A prática de tomar notas vai além de um hábito da turma dos nerds: pode mesmo melhorar o desempenho em testes e facilitar o entendimento do conteúdo.
Segundo Ocimar Munhoz Alavarse, professor da Faculdade de Educação da USP (Universidade de São Paulo), para haver aprendizagem o fator fundamental é a "interação". "É preciso trocar as impressões da matéria com outras pessoas. Até para que o estudante possa dizer 'você errou'", afirma.
O certo e errado, de acordo com Alavarse, é mais bem definido nas disciplinas de exatas. Como nas humanidades, em geral, pode haver muitas versões para um mesmo fato, o debate e a discussão são boas formas de colocar o conhecimento à prova.Mas para que essa interação seja proveitosa, o especialista da USP afirma que o aluno deve fazer a sua parte. Como? Por exemplo, marcando o que achar interessante para as discussões em suas leituras prévias."Anotando estamos fazendo sínteses, resumos. E os resumos nos orientam. Se uma palavra aparece muito em um texto, é importante anotá-la, pois ela pode ser carregada de sentido". Depois de separar a palavra, o estudante deve buscar material sobre ela em um dicionário ou em livros da disciplina.
Perder menos tempo
A prática de manter um caderno com as anotações pode facilitar na hora da prova. Pegar o livro ou a apostila para rever todo o conteúdo costuma ser mais demorado do que ler o que você anotou durante a aula ou durante as horas de estudo.
Cinco razões para anotar
1- Anotar ajuda a memorizar a leitura e as aulas
2- Suas anotações são fontes de dicas do que o professor considera mais importante
3- Tomar notas ajuda a se concentrar na sala de aula
4- Anotações são uma fonte de informação para se preparar para as provas
5- Seu caderno, normalmente, terá informações que não estão em qualquer outro material
Fonte: Centro de Ensino e Aprendizagem da Universidade de Stanford
"Quando o estudante lê um texto de 20 páginas, tem de ficar com, pelo menos, meia página de anotações daquele texto", diz o especialista. "Esse princípio de anotar é aparentemente simples, mas é decisivo. A escrita é a arte da memória. E o procedimento ajuda ainda mais quem tem muita coisa para estudar."Já o formato das anotações, segundo Alavarse, depende do estudante. "O importante é construir resumos, resenhas, sínteses. Não importa como vai ser o começo. Cada um aperfeiçoa como pode. Seja no laptop, no papel ou no livro", afirma.
terça-feira, 10 de março de 2009
Nova Ortografia
segunda-feira, 9 de março de 2009
MULHER
Ontem foi o dia internacional da mulher, o que não é nenhuma novidade é claro. Também não postei nenhuma mensagem em função do fim de semana (dá uma olhada na postagem de sexta feira dia 06/03 “fim de semana”). Mas sabe o que eu acho mesmo sobre o dia da mulher? E que não precisamos apenas de uma data, fazer apenas uma marcha, um protesto, lembrar da lei Maria da Penha, falar de igualdade, mostrar que somos sensíveis (homens), colocá-las no topo, e dái? Depois vem o dia 09, 10, 11, 12,13 14... E pronto, vamos esperar para o próximo ano e de novo começaremos tudo outra vez (chato né?).
A mulher é muito mais do que simplesmente uma data comemorativa, a mulher é ternura, é razão, é sabedoria, são 365 dias e mais o bi sexto, é marcha o ano todo, ela é a própria lei, igualdade sempre (desde que ela aceite), é a própria sensibilidade ela, será sempre a primeira.
sexta-feira, 6 de março de 2009
Final de semana...ah!!!!!!!!!!!
Toda forma, reforma da palavra, toda teoria científica, todo imbróglio filosófico não teriam tanta clareza em definir o nosso sentimento em relação ao final de semana. Dá uma olhada no “e-mail” recebido é “muito irado”.
Quando o esforço e a dedicação superam qualquer dificuldade ou obstáculo.
Fico impressionado e decepcionado ao mesmo tempo com certas atitudes de alguns jovens que merecem destaque em nosso meio. Decepcionado com atitudes de delinqüentes que são patrocinados pelos pais e que nitidamente apresentam desvio de conduta moral, religiosa, política entre outras, eles por sua vez acabam criando uns “Bad Boys”, depressivos, egoístas que vivem no MSN (movimento sem noção), ou, até mesmo lunáticos que andam em bandos dando tapetadas por aí, e ainda tem aqueles que preferem culpar sempre os outros por tudo que acontecem como o governo, a falta de oportunidade,um Deus injusto, entre outras coisas. Impressionado com Alguns que com muita garra e coragem, se lançam para provar que nem tudo está perdido, e que a vida é uma questão de oportunidade sim, e tentam aproveitá-la com ética, dedicação e muito zelo. Este é o exemplo do jovem João de Souza, que contrariou tudo e a todos com um objetivo simples, e um espírito de solidariedade incrível. A reportagem foi assinada Por Camila Antunes no dia 18.02.2009 da revista veja são Paulo.
O número 1 em medicina
Quando sua mãe foi internada no Instituto do Coração (Incor) para tratar de um caso grave de insuficiência cardíaca, o estudante João de Souza, de 19 anos, decidiu mudar radicalmente de vida. Largou o curso de engenharia na Unicamp, conseguiu uma bolsa de estudos no cursinho Etapa, saiu de Campinas e veio morar em São Paulo. Ia prestar o vestibular para medicina. "Talvez eu não tenha tempo de fazer algo por minha mãe", pensava o estudante. "Mas vou dedicar minha vida a cuidar dos outros." Souza, que nasceu em Belo Horizonte (MG), perdeu a conta de quantos dias dormiu (e estudou) na enfermaria do Incor. "Especialmente após ela ter o coração transplantado", diz. Sua presença era tão marcante que o médico de sua mãe o adotou como pupilo. "Já o convidei a entrar para o grupo de pesquisadores do Incor", conta o cardiologista Fernando Bacal. O boletim de desempenho de Souza na Fuvest impressiona. Ele atingiu 925 de 1 000 pontos possíveis. Como ainda foi beneficiado pelo bônus de 9% sobre sua nota (dado a alunos que completam o ensino médio em escolas públicas e realizam a prova Enem do MEC), superou 100% de aproveitamento. Filho de um coronel do Exército, Souza – que foi o primeiro lugar também nos vestibulares da Unicamp e da Unifesp – frequentou colégio militar. "Cresci acostumado a respeitar o professor e a estudar todo dia", afirma. Um hábito que ele perdeu, no entanto, foi o de praticar esportes. Daí a silhueta rechonchuda, que ele pretende mudar. "Pus um balão gástrico em janeiro e já emagreci 12 quilos."
O número 1 em medicina
Quando sua mãe foi internada no Instituto do Coração (Incor) para tratar de um caso grave de insuficiência cardíaca, o estudante João de Souza, de 19 anos, decidiu mudar radicalmente de vida. Largou o curso de engenharia na Unicamp, conseguiu uma bolsa de estudos no cursinho Etapa, saiu de Campinas e veio morar em São Paulo. Ia prestar o vestibular para medicina. "Talvez eu não tenha tempo de fazer algo por minha mãe", pensava o estudante. "Mas vou dedicar minha vida a cuidar dos outros." Souza, que nasceu em Belo Horizonte (MG), perdeu a conta de quantos dias dormiu (e estudou) na enfermaria do Incor. "Especialmente após ela ter o coração transplantado", diz. Sua presença era tão marcante que o médico de sua mãe o adotou como pupilo. "Já o convidei a entrar para o grupo de pesquisadores do Incor", conta o cardiologista Fernando Bacal. O boletim de desempenho de Souza na Fuvest impressiona. Ele atingiu 925 de 1 000 pontos possíveis. Como ainda foi beneficiado pelo bônus de 9% sobre sua nota (dado a alunos que completam o ensino médio em escolas públicas e realizam a prova Enem do MEC), superou 100% de aproveitamento. Filho de um coronel do Exército, Souza – que foi o primeiro lugar também nos vestibulares da Unicamp e da Unifesp – frequentou colégio militar. "Cresci acostumado a respeitar o professor e a estudar todo dia", afirma. Um hábito que ele perdeu, no entanto, foi o de praticar esportes. Daí a silhueta rechonchuda, que ele pretende mudar. "Pus um balão gástrico em janeiro e já emagreci 12 quilos."
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