
Não da mais para fazer poesia com o dia das mães. Diria o quê?
“batatas se esparrama pelo chão e a mamãe carrego no coração”
Fala sério, né? Escrever uma crônica? Também não. Um cartão?
Afe! Não tenho mais criatividade alguma, vou fazer o quê?
Repetir tudo que já foi dito, como por exemplo: que ela tem um coração
Enorme capaz de caber todo mundo, que o seu amor é incondicional,
Que ela tem um sétimo... oitavo...sei lá quantos sentidos, que ela
Sempre tem razão e que nunca se engana, que não desgruda da gente,
Mesmo quando estamos distante, que liga sempre pra saber das novidades,
Que implica com a nora sempre para nos defender, que não se considera sogra, e sim amiga,
Que acha tudo engraçado, que adora nos chamar de bebê, que sempre se lembra da gente
Quando faz compras, que nos aponta sempre a direção, que sempre acha tudo em nosso
Quarto, mesmo naquela bagunça, que está sempre atenta para qualquer mudança nossa,
Que percebe quando estamos alegres ou tristes, ansiosos, que está sempre pronta para nos
Proteger, que não sente dores por nos carregar em seus braços,
Que nunca se cansa, que é capaz de cantar e dançar só por um sorriso, que paga
As dívidas, as promessas e os micos.
Eh!, acho que não vou dizer nada, não tenho nada para dizer, também tudo que a gente
Pensa já disseram, bom serei repetitivo então... Um beijo!
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